{"id":5808,"date":"2011-04-26T08:27:02","date_gmt":"2011-04-26T13:27:02","guid":{"rendered":"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5808"},"modified":"2012-03-29T10:09:28","modified_gmt":"2012-03-29T16:09:28","slug":"chernobyl-revisitando-25-anos-capitulo-1-corrigindo-equivocos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/04\/26\/chernobyl-revisitando-25-anos-capitulo-1-corrigindo-equivocos\/","title":{"rendered":"Chernobyl, Revisitando 25 Anos \u2013 Cap\u00edtulo 1 Corrigindo Equ\u00edvocos"},"content":{"rendered":"<div class=\"fcbkbttn_buttons_block\" id=\"fcbkbttn_left\"><div class=\"fcbkbttn_button\">\n                            <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/\" target=\"_blank\">\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/plugins\/facebook-button-plugin\/images\/standard-facebook-ico.png\" alt=\"Fb-Button\" \/>\n                            <\/a>\n                        <\/div><div class=\"fcbkbttn_like \"><fb:like href=\"https:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/04\/26\/chernobyl-revisitando-25-anos-capitulo-1-corrigindo-equivocos\/\" action=\"like\" colorscheme=\"light\" layout=\"standard\"  width=\"225px\" size=\"small\"><\/fb:like><\/div><\/div><div class=\"mceTemp mceIEcenter\">\n<dl id=\"attachment_1025\" class=\"wp-caption  aligncenter\" style=\"width: 310px;\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/000-Buildings-Web-1-of-11.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/000-Buildings-Web-1-of-11.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Diorama\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/000-Buildings-Web-1-of-11-300x214.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"214\" \/><\/a><\/dt>\n<\/dl>\n<\/div>\n<h1><\/h1>\n<h1><strong>Chernobyl Ap\u00f3s 25 Anos<\/strong><\/h1>\n<p>\u201cQuando fui convidado para trabalhar na Zona de Exclus\u00e3o, as primeiras palavras que vieram a minha mente foram: Chernobyl, radia\u00e7\u00e3o, muta\u00e7\u00f5es e c\u00e2ncer\u201d. Max, relatando sobre sua chegada para trabalhar em Chernobyl.<\/p>\n<p>Quando mencionei que embarcaria para documentar Chernobyl 25 anos apos o acidente, vi que estas palavras s\u00e3o associa\u00e7\u00f5es comuns feitas por diferentes pessoas. Neste sentido h\u00e1 alguns equ\u00edvocos sobre Chernobyl que valem a pena serem corrigidos.<\/p>\n<h1>N\u00edveis de Radia\u00e7\u00e3o em Chernobyl<\/h1>\n<p>O primeiro ponto a ser esclarecido, \u00e9 que, n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o na maior parte da Zona de Exclus\u00e3o est\u00e3o dentro dos limites toler\u00e1veis para exposi\u00e7\u00e3o humana controlada. Em alguns lugares, o n\u00edvel da radia\u00e7\u00e3o em segundo plano, \u00e9 menos da metade do que a radia\u00e7\u00e3o natural constante na maior parte do mundo. A m\u00e9dia mundial de dose de radia\u00e7\u00e3o em segundo plano \u00e9 de aproximadamente 2.4 millisievert (mSv) por ano. A maioria dos lugares na Zona, oscila entre 4 e 10 vezes os n\u00edveis apresentados em segundo plano mundialmente. Estes n\u00edveis est\u00e3o dentro dos limites toler\u00e1veis. Como compara\u00e7\u00e3o, a exposi\u00e7\u00e3o radioativa dentro de um avi\u00e3o a jato, \u00e9 pelo menos, 10 vezes mais alta que a radia\u00e7\u00e3o natural de segundo plano em Ramsar, \u00cdndia, onde a dose anual apresentada \u00e9 de 260mSv. H\u00e1 exce\u00e7\u00f5es not\u00e1veis na Zona, onde a dose \u00e9 milhares de vezes mais alta do que o n\u00edvel seguro para exposi\u00e7\u00e3o; por exemplo na \u201cFloresta Vermelha\u201d, algumas das estruturas de metal expostas em Pripyat, e por\u00e7\u00f5es do hospital onde as primeiras v\u00edtimas de SAR (S\u00edndrome Aguda da Radia\u00e7\u00e3o) foram tratadas durante os dias imediatamente p\u00f3s acidente. Embora a Zona seja geralmente segura para visitas, ingerir animais selvagens e plantas desta \u00e1rea, n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel. No entanto, a natureza regenerou ferozmente a \u00e1rea; h\u00e1 javalis, lobos, coelhos, p\u00e1ssaros e veados em diversas quantidades e v\u00ea-los andar sem medo dos homens \u00e9 comum.<\/p>\n<h1>Visitando Chernobyl<\/h1>\n<p>O segundo equ\u00edvoco \u00e9 dizer que Chernobyl n\u00e3o \u00e9 habitada. Em 2011 havia, aproximadamente, 3.000 funcion\u00e1rios do governo morando na cidade, usualmente com expedientes de 2 semanas na Zona e 2 semanas fora dela. O acidente afetou somente a opera\u00e7\u00e3o nuclear do Reator N<sup>o<\/sup> 4, os outros reatores continuaram as opera\u00e7\u00f5es ap\u00f3s e durante as conseq\u00fc\u00eancias do acidente, bem como at\u00e9 o come\u00e7o deste s\u00e9culo. O funcionamento dos demais reatores foi necess\u00e1rio para alimentar a car\u00eancia de energia da Ucr\u00e2nia e Bielor\u00fassia, at\u00e9 o momento em que fontes alternativas de gera\u00e7\u00e3o de energia pudessem ser criadas para atender a demanda. H\u00e1 tamb\u00e9m um tr\u00e1fego consider\u00e1vel de visitantes, que variam de fot\u00f3grafos e cientistas \u00e0 curiosos turistas. Em 2010, 15.000 visitantes registrados entraram na Zona, a maior parte destes como turistas para visitas e \u201cpasseios de meio per\u00edodo\u201d.<\/p>\n<h1>Pripyat n\u00e3o \u00c9 Chernobyl<\/h1>\n<p>Talvez o equ\u00edvoco mais popular se refere a quais cidades foram mais afetadas pelo acidente. O nome do local onde o reator explodiu e da cidade, \u00e9 Chernobyl, mas a agitada e movimentada cidade de Pripyat, com 50.000 habitantes, foi mais afetada pelo acidente. Seus residentes foram evacuados nos tr\u00eas primeiros dias ap\u00f3s o acidente, e a cidade \u00e9 agora uma cidade fantasma e uma testemunha esmorecida da arquitetura e do design Sovi\u00e9ticos. Os habitantes de Pripyat e dos vilarejos adjacentes, foram os mais afetados pelos efeitos da exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o, e \u00e9 entre eles, em particular nas crian\u00e7as da \u00e9poca, que ocorreu a maior incid\u00eancia de c\u00e2ncer, malforma\u00e7\u00f5es e mal-estares generalizados.<\/p>\n<p>H\u00e1 muito o que investigar dentro das circunst\u00e2ncias que levaram ao acidente, e obviamente a trag\u00e9dia humana decorrente do mesmo. De todo o sofrimento, o que mais me marcou foi o comprometimento altru\u00edsta dos t\u00e9cnicos e bombeiros que, primeiramente, responderam \u00e0 explos\u00e3o original e tentaram extinguir o fogo. Provavelmente, gra\u00e7as a estes \u2013 os 28 primeiros a falecer por consequ\u00eancia das SAR, uma explos\u00e3o adicional foi evitada. Provavelmente, teria sido uma explos\u00e3o t\u00e3o grande, que com rea\u00e7\u00f5es em cadeia em todos os reatores de Chernobyl, transformaria a maior parte da Europa num deserto pelos pr\u00f3ximos 80.000 anos. Quantos destes nomes conhecemos?<\/p>\n<p>Eles sofreram uma morte dolorida. A radia\u00e7\u00e3o causa a separa\u00e7\u00e3o da musculatura dos ossos, como se estivessem sendo cozidos. Suportaram interroga\u00e7\u00f5es pela KGB enquanto morriam. Foram enterrados no cemit\u00e9rio de Mitino, parte noroeste de Moscow, dentro de caix\u00f5es de chumbo para isolar os restos mortais radioativos.<\/p>\n<p>Foi com estes pensamentos que fui a Chernobyl. Eu n\u00e3o sabia o que esperar, ou realmente, como desenvolver meu pr\u00f3ximo trabalho. No dia 10 de Janeiro de 2011, o governo ucraniano abriu Chernobyl ao turismo. Durante a noite de celebra\u00e7\u00e3o do Natal ortodoxo, de 6 para 7 de Janeiro, eu era o \u00fanico visitante em Chernobyl e tive o, nada glorioso, privilegio de ser o \u00faltimo \u201cvisitante\u201d e ser o primeiro \u201cturista\u201d, ambos nos 25 anos desde o acidente.<\/p>\n<p>O que segue \u00e9 o primeiro cap\u00edtulo de v\u00e1rios, que documentam o tempo que passei em Chernobyl, e mais especificamente em Pripyat. Espero resgatar parte da dignidade originalmente mantida nesta cidade. N\u00e3o desejo expor a dor da trag\u00e9dia em suas express\u00f5es mais not\u00e1veis. Ao contr\u00e1rio, quero apresentar um document\u00e1rio visual e testemunho compreensivo do que a cidade uma vez foi &#8211; um \u00edcone de um antigo imp\u00e9rio e o lar de milhares de hist\u00f3rias pessoais e discretas que foram perdidas.<\/p>\n<p>A primeira s\u00e9rie de fotografias s\u00e3o somente imagens instant\u00e2neas que narram minha chegada em Chernobyl. Posts adicionais ir\u00e3o explorar a cidade e as hist\u00f3rias que encontrei.<\/p>\n<p>Portugu\u00eas:\u00a0\u00a0<a title=\"Link Capitulo 1\" href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5808  \">Cap\u00edtulo 1<\/a> \/<a title=\"Link Capitulo 2\" href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5814\"> Cap\u00edtulo 2<\/a> \/ <a title=\"Link Capitulo 3\" href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5825\">Cap\u00edtulo 3<\/a> \/ <a title=\"Link Capitulo 4\" href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5827\">Cap\u00edtulo 4<\/a> \/ <a title=\"Link Capitulo 5\" href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5822\">Cap\u00edtulo 5<\/a> \/ <a title=\"Link Capitulo 6\" href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/?p=5816 \">Cap\u00edtulo 6<\/a><\/p>\n<h2><a href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/01\/27\/chernobyl-25-years-revisited-chapter-2\/\" target=\"_self\">Link to Chapter 2<\/a>\u00a0\/ \u00a0<a href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/01\/28\/chernobyl-25-years-revisited-chapter-3\/\" target=\"_self\">Link to Chapter 3<\/a>\u00a0\/\u00a0<a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/http:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/01\/31\/chernobyl-25-years-revisited-chapter-4-disaster-porn\/');\"  href=\"http:\/\/http:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/01\/31\/chernobyl-25-years-revisited-chapter-4-disaster-porn\/\" target=\"_self\">Link to Chapter 4<\/a>\u00a0\/\u00a0<a href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/02\/02\/chernobyl-25-years-revisited-wanderings-in-pripyat\/\" target=\"_self\">Link to Chapter 5<\/a>\u00a0\/\u00a0<a href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/02\/05\/1252\/\">Link to Chapter 6<\/a>\/<\/h2>\n<h2>Link to\u00a0<strong>See Pripyat 25 Years Later: \u00a0Complete Gallery<\/strong><\/h2>\n<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.smithjan.com\/pripyat.html');\"  href=\"http:\/\/www.smithjan.com\/pripyat.html\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"(4of 5)L1003050-Edit-Edit\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/4of-5L1003050-Edit-Edit-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"90\" height=\"90\" \/>COMPLETE GALLERY\/GALERIA ONLINE:\u00a0http:\/\/www.smithjan.com\/pripyat.html<\/a><\/p>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1014\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/1-Buildings-Web-1-of-17.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/1-Buildings-Web-1-of-17.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Entrance\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/1-Buildings-Web-1-of-17-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Entrance to Chernobyl, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1015\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2-Buildings-Web-4-of-45.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2-Buildings-Web-4-of-45.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Cafe\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2-Buildings-Web-4-of-45-300x213.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"213\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Former Cafe Chernobyl, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1016\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/3-Buildings-Web-3-of-45.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/3-Buildings-Web-3-of-45.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Registry\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/3-Buildings-Web-3-of-45-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Chernobyl Sheraton, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1017\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/4-Buildings-Web-1-of-45.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/4-Buildings-Web-1-of-45.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Room\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/4-Buildings-Web-1-of-45-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Accomodations, Chernobyl, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1018\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/5-Buildings-Web-2-of-45.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/5-Buildings-Web-2-of-45.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Canteen\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/5-Buildings-Web-2-of-45-300x214.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"214\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Chernobyl Canteen Christmas, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1020\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/6-Buildings-Web-5-of-45.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/6-Buildings-Web-5-of-45.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Monument\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/6-Buildings-Web-5-of-45-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Monument to the Slain Firemen, Chernobyl, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1021\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/8a-Buildings-Web-15-of-17.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/8a-Buildings-Web-15-of-17.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Heros\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/8a-Buildings-Web-15-of-17-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>The First 28 Dead, Chernobyl Museum, Kiev, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div>\n<dl id=\"attachment_1022\">\n<dt><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/11-Buildings-Web-5-of-17.jpg');\"  href=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/11-Buildings-Web-5-of-17.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Reactor\" src=\"http:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/11-Buildings-Web-5-of-17-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><\/dt>\n<dd>Reactor #4 Chernobyl, Jan Smith 2011<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chernobyl Ap\u00f3s 25 Anos \u201cQuando fui convidado para trabalhar na Zona de Exclus\u00e3o, as primeiras palavras que vieram a minha mente foram: Chernobyl, radia\u00e7\u00e3o, muta\u00e7\u00f5es e c\u00e2ncer\u201d. Max, relatando sobre sua chegada para trabalhar em Chernobyl. Quando mencionei que embarcaria para documentar Chernobyl 25 anos apos o acidente, vi que estas palavras s\u00e3o associa\u00e7\u00f5es comuns &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/smithjan.com\/blog\/2011\/04\/26\/chernobyl-revisitando-25-anos-capitulo-1-corrigindo-equivocos\/\" class=\"read-more\">Read More<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;Chernobyl, Revisitando 25 Anos \u2013 Cap\u00edtulo 1 Corrigindo Equ\u00edvocos&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[476],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5808"}],"collection":[{"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5808"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5808\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5860,"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5808\/revisions\/5860"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5808"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5808"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/smithjan.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}<!-- WP Super Cache is installed but broken. The constant WPCACHEHOME must be set in the file wp-config.php and point at the WP Super Cache plugin directory. -->